No ano em que iria se aposentar, a übermodel Gisele Bündchen apareceu e
brilhou mais do que nunca na passarelas e campanhas de todo o mundo. Toda
esta história começou em 2001, quando a top brasileira disse que sua
carreira se limitaria apenas aos desfiles de Domenico Dolce e Stefano
Gabbana, estilistas e seus padrinhos na profissão.
Não foi o que aconteceu: Gisele esteve em julho deste ano na São Paulo
Fashion Week, para a Cia. Marítima, e nas temporadas primavera-verão 2003 de Nova York, Paris e Milão. Para ter idéia de como a top continua em alta, a grife brasileira de moda praia pagou US$ 80 mil para ter apenas três entradas de Gisele na passarela.
Mas sua fama não vem só de seu estilo inconfundível de andar ou das curvas
que já ilustraram as principais campanhas publicitárias do mundo fashion.
Militantes da People for the Ethical Treatment of Animals (Peta) rotestaram
contra a campanha que a top fez para a fabricante de casacos de pele
Blackglama em novembro. Quatro integrantes da organização invadiram a
passarela do desfile de lingerie da Victoria's Secret com cartazes que
diziam "Gisele, Escória das Peles". A loira manteve a calma e continuou
desfilando como se nada tivesse acontecido.
Foi assim também em Milão, no desfile para Missoni, quando uma de suas
sandálias de salto alto saiu do pé, ficando pendurada no tornozelo. Mais uma vez, a übermodel roubou a cena escapando de uma saia justa com muita
elegância e profissionalismo.