No dia 13 de outubro, o navio-plataforma P-34 Prudente de Moraes, que estava ancorado na Bacia de Campos, no Norte do Rio de Janeiro, teve uma pane elétrica que causou a abertura de válvulas, a abertura de tanques e o deslocamento do óleo que estava dentro deles para apenas um dos lados do navio. A estrutura adernou 32°, obrigando pelo menos 30 funcionários da Petrobrás a deixar o navio a nado.
Um forte esquema de resgate foi estabelecido para que a empresa não perdesse a embarcação com um possível naufrágio. Depois de quatro dias, técnicos conseguiram nivelar a P-34. A plataforma tem 240 metros de comprimento, está localizada a 80 quilômetros da costa e capta a produção de oito poços do Campo de Barracuda e dois poços do Campo de Caratinga.
No momento do acidente, a base produzia 34 mil barris de petróleo por dia e 195 mil metros cúbicos de gás/dia, produção interrompida automaticamente pelo sistema de segurança. Não houve vazamento de produtos químicos.
Em março de 2001, uma série de explosões provocou a inclinação da plataforma p-36, a maior do mundo, que afundou na Bacia de Campos.